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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Evangelização é Sol nas Almas

No dia 13/07/2017, eu tive a oportunidade de participar de um lindo trabalho de divulgação da evangelização, foi realizada em nossa casa, o Centro Espírita Miguel, uma palestra, na reunião pública de quinta-feira, que acontece às 14h30. O estudo da tarde teve como objetivo fazer com que o público presente compreendesse que o conhecimento adquirido pelo espírito imortal no processo de evangelização é luz que ilumina a estrada que o leva à perfeição. 

O estudo foi dividido em três partes:


Primeira parte: O que é evangelização e qual a sua importância para entendermos que somos espíritos imortais? - O desenvolvimento foi feito pela companheira Verônica Carvalhal


Segunda parte: Vivência do evangelho, ela que faz luz é o sol. - O desenvolvimento foi feito pela companheira Deise Nunes.


Terceira parte:  Que sol é esse que a evangelização traz? - O desenvolvimento foi feito por mim, e é essa parte do estudo que vou disponibilizar para vocês.


O ponto de partida do nosso estudo foi escolhido pela Dirigente do DIJ, Míriam Baptista, que escolheu a frase da Amélia Rodrigues: "A Evangelização Espírita é Sol nas Almas."




Essa foi a primeira vez que apresentei um estudo em uma reunião pública, nossa casa estava cheia e apesar de nervosa, estava confiante, pois senti a presença de muitos amigos, encarnados e desencarnados, vibrando para que o trabalho alcançasse o objetivo estabelecido. 

Para entender que Sol é esse que a evangelização nos traz, começamos falando primeiro da simbologia da LUZ, pois a luz é um símbolo do desenvolvimento espiritual usado ao longo dos milênios. 



No século IV a.C., Platão usou a luz como símbolo da verdade que nos liberta da escuridão, ou seja, representando o conhecimento que nos tira da ignorância.


Santo Agostinho, no início da idade média, no século V d.C., nos disse que a verdade está dentro de nós, precisamos buscá-la em nosso interior, pois quando alcançamos o conhecimento da verdade, somos iluminados por uma luz divina.



No Antigo Testamento no livro Gênesis (1:3-5) “E disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas”

É a partir da luz que tomamos consciência da treva. Quando o conhecimento é desperto em nós passamos a enxergar a treva, que até então não era percebida. Somente quando separamos a luz das trevas, é que temos consciência de que estávamos imersos na treva e percebemos a necessidade de nos iluminarmos, passando a não aceitar o que antes era natural. O conhecimento não nos permite mais agir como ignorantes, nos tornamos responsáveis pelos nossos atos, assumimos as consequências de cada uma de nossas ações. 


No Novo Testamento Jesus nos fala: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida”.João 8:12

Jesus representa o farol que ilumina o nosso caminho com Seus ensinamentos e com Seus exemplos, nos mostrando que se seguirmos os Seus passos chegaremos à perfeição. 


Vivemos hoje em um mundo conectado, as informações chegam de todas as partes da Terra em tempo real e entram em nossas casas.



Recebemos uma avalanche de informações, escândalos de todas as ordens, perdemos nossa fé, perdemos nossa esperança, ao mesmo tempo nos encontramos em uma correria desenfreada, correndo atrás dos tesouros do mundo: sucesso, prazer, poder e uma felicidade que, como nos diz o Evangelho, ainda não é deste mundo, mundo de provas e expiações, mundo em processo de transformação, por isso tantos escândalos. Diante desse quadro vem um sentimento: Frustração



Essa frustração provoca doenças no corpo (estresse), doenças na alma (depressão) e muita aflição. Mas nesses momentos de aflição, em que nos sentimos doentes de corpo e alma, fracos de esperança é fé, mais do que nunca precisamos recorrer às LUZ que nos guia. 



Essa LUZ é a Doutrina do Cristo, que é:

  • Luz irradiante, que nos ilumina e iluminados propagamos essa luz ao nosso redor;
  • Farol incandescente, sempre nos iluminando por mais longe que nós estejamos dele, e quando precisamos, basta seguir em sua direção, que nos indicará o caminho a ser seguido;
  • Sol de imensurável grandeza, pois ainda não somos capazes de medir, não conseguimos perceber a grandeza dessa Luz que a Doutrina de Jesus irradia em nós.


Surge então a questão: "Será que estamos dispostos a andar conforme os ensinos do Cristo?" Falamos sobre tudo o que Jesus nos trouxe, sobre seus exemplos, sobre seus ensinos, mas ainda é muito difícil praticar tudo isso, pois exige grande esforço de nós, exige renúncias.


Jesus nos disse "... quem me segue não andará em trevas...", pois não basta estudar, conhecer, divulgar os ensinamentos do Mestre, precisamos acompanhar Jesus, praticar Seus ensinamentos, seguir Seus exemplos, somente assim sairemos das trevas. Precisamos seguir verdadeiramente os passos do Mestre agindo como ELE.



Jesus é a Luz do Mundo. ELE veio iluminar a humanidade, veio iluminar cada um de nós, veio nos convidar a mergulhar nas trevas que habitam em nós em busca da nossa luz interior.



Divaldo, no livros "O Homem Integral" nos fala "... considerando-se a origem espiritual do indivíduo e a Força Criadora do Universo, nele permanece o germe de religiosidade aguardando campo fecundo para desabrochar." Esse germe da religiosidade é a Centelha Divina que todos nós possuímos, é aquela voz da nossa consciência que nos alerta quando infringimos as Leis Divinas.

Divaldo continua "... A força primitiva e criadora nele existente como uma fagulha, possui o potencial de uma estrela que se expandirá com as possibilidades que sejam facultadas, Bem direcionada, sua luz vencerá toda a sombra..." . Essa centelha divina é uma fagulha, mas possui potencial de estrela, como o Sol, o Sol nas nossas Almas.

Conclusão:

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Lei de Igualdade

A aula desse sábado (12/08/17) foi da Cíntia Machado. Primeiro ela contou a história "Dona Árvore" da Rita Foelker.






Depois ela pediu para os evangelizandos dizerem quais as diferenças que existiam entre eles. Como só citaram diferenças físicas, ela pediu que diferenciassem outras características além das físicas, como idade, gostos, etc.
(Nesse momento precisamos ficar atentos para que não haja comparações desagradáveis.)

Pediu para dizerem o que havia de igual entre eles. Escutou as respostas e esclareceu quando foi necessário.

Aproveitando esse gancho, ela explicou que existe alguém que vê a todos nós de uma forma só: Deus. Diante de Deus somos todos iguais. É o que a gente chama de Lei da Igualdade.

Perguntou: Mas o que será que isso quer dizer? Será que Deus nos vê todos do mesmo tamanho, da mesma cor de pele, olhos e cabelos?
Esclareceu que não é bem assim, explicou que, apesar de que Deus não se importa nem um pouco com quem é branco ou negro, rico ou pobre, alto ou baixo homem ou mulher, Ele sabe dessas diferenças. Ser igual diante de Deus quer dizer que Deus nos ama igualmente, sejamos pobres ou ricos, brancos ou negros, altos ou baixos, ou ainda, bons ou maus.
Todos teremos o mesmo destino: a evolução e a felicidade plena.
Todos tivemos o mesmo começo: simples e ignorantes.
Estamos sujeitos à mesmas leis da natureza.
Nascemos, crescemos e morremos.
Somos espíritos em caminhada de evolução.
Temos qualidades e defeitos.
Entre muitas outras semelhanças.



Como atividade, ela deu o contorno de uma árvore para cada evangelizando e pediu para que desenhassem na árvore coisas que a tornasse produtiva, de acordo com o que ouviram na história. (frutos, balanço, casa de animais, etc.)




Depois eles pintaram, colaram em palitos de churrasco e prenderam em uma placa de isopor fazendo uma linda floresta!







Com a floresta pronta, concluiu que apesar de não serem iguais, todas são muito importantes para nós, conosco também é assim, é exatamente por causa da diversidade que nós aprendemos, ensinamos e ajudamos uns aos outros.



Finalizou a aula com o Jogo dos Sete Erros

Jogo dos Sete Erros

Cada evangelizando recebeu uma folha com o Jogo dos Sete Erros.






Após localizarem os erros, eles coloriram a imagem.


História “Dona Árvore”

Era uma vez uma árvore, no meio de uma floresta. Ela era uma árvore muito pequena, de galhos muito frágeis, mas sonhava ser grande e dar muitos frutos.

O tempo foi passando, seu caule engrossou e suas folhas se multiplicaram. Um belo dia, a árvore perguntou à sua mãe quando é que os frutos viriam.

- Oh! Meu amor! Não somos árvores frutíferas. Somos só assim, mesmo...

A árvore chorou, porque não tinha nada para oferecer. Via as pessoas apanharem frutas de suas companheiras, e até folhas medicinais, enquanto ela vivia ali, parada, inútil.

Ficou tão triste que teve vontade de morrer. Suas folhas, então, foram murchando. Seus galhos começaram a secar. Ela foi ficando cada vez mais curvada, seca, e, no silêncio de sua dor, ouviu um pássaro piar:

- Pelo amor de Deus, Dona Árvore! Não faça isto. Minha esposa está chocando nossos filhotes, aqui neste seu galho. Se ele cair, que será de nós?

Espantada, a árvore começou a prestar atenção em si mesma. E passou a reparar quanta "gente" morava nela. Tinha uma família de micos-leões. E mais uma casinha de João-de-barro. E mais uns besouros.

Uma orquídea em botão, presa ao seu tronco, sussurrou:

- Espere um pouco mais, pra ver a surpresa que vou fazer-lhe!...

Então ela viu as abelhas que se tinham alojado num vão entre suas raízes, onde fabricavam mel saboroso. E viu uma família de pessoas almoçando à sua sombra.

E só então ela conseguiu ouvir a voz de Deus em seu coração, dizendo:

- Nem todas as árvores têm frutos para dar. Porém algumas, como você, podem ter muito mais a oferecer...

A árvore, com aquele pensamento, recuperou a vontade de viver, ficando saudável em poucos dias. Assim, ela pôde festejar quando os passarinhos nasceram, e a orquídea logo se abriu. Muitas gerações de crianças já construíram casas e balanços em seus galhos firmes e fortes. Esta é uma de suas grandes alegrias! E até hoje ela está lá, dando cada vez mais sombra, sustentando cada vez mais vidas, feliz por ter encontrado sua verdadeira razão de viver.

(RITA FOELKER)

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Figuras das Palavras Mágicas


Imagens tiradas na internet.


Lei de Sociedade - Palavras Mágicas

Nessa sábado (05/08/17), a aula foi da Carolina Higino. Dando continuidade ao estudo das Leis Morais, ela falou sobre a Lei de Sociedade. 

Iniciou a aula contando a história "Palavras Mágicas" com a ajuda de um fantoche, o Lucas.


Foi um sucesso! Todos prestaram muita atenção na história.

Depois, algumas imagens contendo situações sobre o tema foram coladas na parede.



Dentro de uma cartola, havia estrelas de papel com as “palavras mágicas” escritas nelas.


Ela tirou de dentro da cartola uma estrela por vez, leu a palavra que estava escrita e os evangelizandos identificaram em qual situação a palavra se aplicava, nesse momento ela colou a estrela na imagem correspondente, que estava fixada na parede da sala.






A aula foi finalizada com os evangelizandos confeccionando suas varinhas mágicas, que “os ajudarão a lembrar de usar as palavrinhas mágicas”. Como podemos ver nas fotos, eles adoraram essa atividade! 

Uma das evangelizandas me disse: "- Tia, eu nunca mais vou esquecer de usar as palavras mágicas, vou dormir todos os dias com a minha varinha."









História - Palavras Mágicas

Lucas estava passando alguns dias de suas férias na casa de Augusto, que era seu primo. Os dois eram grandes amigos, brincavam juntos e se divertiam muito. Mas uma coisa chamou a atenção de Augusto: Lucas costuma falar algumas palavras diferentes, que Augusto achava careta dizer.

Uma tarde, quando os dois meninos estavam no clube, Lucas esbarrou, sem querer, em outro menino, e logo falou: - Desculpe.

Augusto achou que ia dar briga, mas se surpreendeu quando o outro garoto respondeu: - Tudo bem.

Logo depois, quando foram entrar no bar do clube, alguns meninos estavam parados na porta, conversando, impedindo a entrada. Com calma, Lucas disse: - Com licença, precisamos entrar.

- Foi como mágica! – observou Augusto, pois imediatamente os garotos deram um passo para o lado, abrindo um lugar para eles entrarem no bar.

Quando chegou no balcão, Augusto ouviu de Lucas: - Dois guaranás, por favor.

Ao receber os refrigerantes e pagar, Lucas disse, com um sorriso: - Obrigado.

Augusto, que tudo observava atentamente, passou a achar interessante usar aquelas palavras desconhecidas, pois parecia que as outras pessoas gostavam de ouvi-las. Enquanto tomavam o refrigerante e observavam o movimento do clube, Augusto perguntou:  - Minha mãe sempre fala que eu devo pedir por favor e dizer obrigado, mas parece tão difícil lembrar. Como é que você consegue, Lucas?

- Eu acho fácil. No começo exige um pouco de atenção e de esforço, mas depois fica fácil, porque você percebe que essas palavras são mágicas.

- Mágicas?

- Sim, mágicas. Elas “abrem portas”, você não percebeu?

- Bom, é verdade que você conseguiu entrar no bar dizendo com licença, mas a porta já estava aberta – constatou Augusto rindo.

- Não, não são essas portas, Augusto. As quatro palavras: Com licença, Por Favor, Desculpe e Obrigado (a) são mágicas porque elas abrem as portas do coração para a boa-vontade e o respeito entre as pessoas.

Como o primo parecia interessado, Lucas continuou: - Pense um pouco. O que é mais agradável aos ouvidos: “Dois guaranás!” ou “Dois guaranás, por favor!”?

- O segundo, com certeza.

- É por isso que usar essas palavras não é careta, mas sim sinal de boa educação.

Os dois continuaram conversando e Lucas lembrou várias outras situações em que podemos usar as palavras mágicas. Os meninos também concluíram que além de falar, ouvir dos outros aquelas palavras também era legal

- Obrigado pela aula – Augusto disse sorrindo.

- Por nada. Viu só? Você já começou a usar mágica!


Augusto não precisou de muito tempo para comprovar que aquelas quatro palavras eram chaves mágicas que abriam portas para uma vida mais agradável. E com um pouco de atenção, logo aquelas palavras se tornaram parte natural de seu dia a dia. O que foi muito bom para todos, inclusive para Augusto, que passou a ter mais amigos e a ser um menino mais educado.


FONTE: http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/boasmaneirasgentilezapalavras.htm