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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

O Real sentido do Natal

Essa época do ano aproveitamos para fazer uma reflexão sobre o real significado do Natal.
Esse ano fizemos alguns questionamentos:
- O que é o Natal para você? Eles falaram de coisas que faziam com que lembrassem do Natal. Explicamos o significado do Natal.

- Como você comemora o Natal na sua casa? Aproveitamos para falar da importância de fazermos uma prece de agradecimento ao Divino Aniversariante, convidando-O para estar presente em nosso lar e em nossas vidas sempre.

- Qual será o presente que Jesus, o aniversariante, mais gosta de ganhar no natal? Refletimos sobre o que Ele veio nos ensinar, quais os exemplos que nos deu e concluímos que são nossas atitudes no bem que mais agradam a Jesus.

Montamos um lindo painel, os evangelizandos pintaram Jesus na manjedoura e cada um recebeu um coração. Escrevemos nos corações o presente que cada um se comprometeu a dar a Jesus e colamos, ficou lindo!!!






 


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Cartaz "Ligação com Deus"

RELIGIÃO significa RELIGAR, ou seja, é um meio de nos ligarmos a Deus para abastecer nosso espírito de energias novas e nos ensinar o caminho que devemos seguir, pois muitas vezes erramos e nos sentimos perdidos na vida. Ela nos permite também estar sempre em contato com nosso Pai Eterno. Como podemos fazer contato com Deus? Como podemos estar ligados a Deus no nosso dia-a-dia? Após reflexão, pedir que procurem em revistas figuras e palavras que possa expressar nossa ligação com Deus, para confeccionar um cartaz. Deixar que montem o cartaz e depois pedir que expliquem como a figura ou palavra escolhida expressam nossa ligação com Deus. 

Essa atividade foi aplicada em um grupo composto por evangelizandos com idade entre 3 e 12 anos, pois são filhos das gestantes assistidas pela nossa casa, enquanto as mães assistem as palestras, nós evangelizamos seus filhos. 




Música Marta e Maria - Parte II

Após ouvir a música, ler a letra para eles, refletindo: O porquê da Lagarta Maria ter se tornado borboleta primeiro, o fato de Marta também ter aprendido e se transformado, demostrando que todos nós evoluiremos e o significado desta transformação.
Fazer a correlação da música com a Passagem do Evangelho, contando a história e ilustrando com figuras.








Atividade:

Música Marta e Maria - Parte I

Ouvir a música e ilustrar com as lagartas feitas com caixa de ovos. Durante a transformação na música, afixar lindas asas de borboletas nas lagartas.



Duas lagartas, Maria e Marta, / Viviam nas folhas no verde da mata
Se arrastando e comendo, Maria e Marta / Passava a noite, passava o dia
Essa era a vida de Marta e Maria / Vida comum de lagarta, Maria e Marta
Marta tinha só uma preocupação / Arrumar a casa e a refeição
Maria também ajudava / Mas, ela orava e sonhava...

Aconteceu um dia, enquanto amanhecia
Uma borboleta linda de asas coloridas
Disse prá Marta e Maria / Já fui lagarta um dia, me arrastei assim
Mas ouçam o que digo: / Amanhã vocês serão iguais a mim
E poderão voar...

Desconfiada ficou a Marta / Sempre seremos pobres lagartas
De fantasia estou farta, cuidemos da mata
Mas, a Maria, com confiança / Ganhou na vida nova esperança
De não ser sempre lagarta, / Nem ela, nem Marta
Marta tinha só uma preocupação / Arrumar a casa e a refeição
Maria também ajudava / Mas, ela orava e sonhava...

Aconteceu um dia primeiro foi Maria
Ela se cobriu todinha ficou ali quietinha
E o tempo então passou
Quando a casca foi rompida duas asas coloridas
Ela se transformou numa linda borboleta
E agora também poderá voar
Marta também, tempos depois, compreendeu, se transformou
E pôde então voar... 








ATIVIDADE: Confeccionar lagartas com caixa de ovos, pedir fazerem as asas usando com o contorno de suas mãos e colorindo, para formar uma borboleta. 

Caixa Surpresa

No final da aula, enquanto a gente aguarda os responsáveis, a gente brinca um pouco. Temos jogo da memória, massa de modelar e a caixa surpresa, que é uma caixa cheia de pequenos objetos e o evangelizando vendado tem que adivinhar qual objeto pegou dentro da caixa. Eles adoram!





segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Auto perdão - Caridade consigo mesmo

Para trabalhar o tema Caridade consigo mesmo/Auto perdão, adaptamos a história "A família de tico-ticos".

Era uma vez uma família de sabiás: o pai, a mãe e três filhinhos, que moravam em um lindo ninho, no alto de uma árvore do bosque. Um dia, o pai sabiá chegou com uma triste noticia para a família.
 - Soube no bosque - disse ele - que irão derrubar as árvores dessa parte do bosque para a passagem de uma estrada bem larga.
 - Assim sendo, - disse mãe sabiá - temos de nos mudar, e imediatamente!
Logo, todos começaram a arrumar suas coisas: o pai juntou as palhas do ninho, a mãe os grãozinhos, e os filhinhos, de um lado para outro, também ajudavam a guardar as coisas da família.
No dia seguinte, de manhãzinha, a família partiu a procura de outro lugar onde pudesse fazer um novo ninho. E procuraram, procuraram, procuraram. Olharam bem de cima para ver se achavam alguma árvore vazia, mas nada! Nenhuma arvorezinha sequer! Tudo ocupado!
Já estavam cansados de tanto procurar e preocupados, pois começava a anoitecer, quando viram, num cantinho afastado, um tronco abandonado. O pai foi na frente e a mãe com os filhos vieram atrás, curiosos para olhar o local. Quando se aproximaram, chegaram bem pertinho e viram uma aranha tecendo suas teias.
- Como está, dona Aranha? - falou o pai sabiá.
- Bem, obrigada, desejam alguma coisa? – perguntou ela, meio desconfiada.
- Sim, - respondeu a mãe – estamos procurando uma árvore onde fazer o nosso ninho. Meu marido soube, no bosque... (e começou a contar o porquê da procura de outro lugar para morar). Enquanto isso, o pai sabiá e os pequenos voavam em volta do tronco, piando, piando.
- Como ficaria bom nosso ninho aqui, que bom se pudéssemos fazê-lo bem aqui neste lugar. Será que a senhora, dona Aranha, se importaria se fizéssemos a nossa casa aqui? - Perguntou a mãe
- Seria tão bom! - acrescentaram todos ao mesmo tempo.
- Vocês me desculpem, mas e não gosto de sabiá, vocês fazem muito barulho quando dormem, piam muito...
- Mas, dona Aranha – disse a mãe sabiá – este é o único lugar que encontramos depois de muito procurar. Deixe–nos ficar, dona Aranha, eu sei que a senhora não é má. Prometemos que não vamos atrapalhá-la, nem sequer tocar num só fio de sua teia. Deixe-nos ficar, ao menos por essa noite, por favor!
- Não! Decididamente não! Eu não quero ninguém perto de mim. Quero ficar sozinha! Arranjem outro lugar, porque aqui não é possível! – concluiu a aranha.
E outra vez a família de sabiás saiu à procura de um lugar onde pudesse morar.
Algumas horas depois, já havia anoitecido, o tempo começou a mudar e uma forte chuva caiu. A aranha, não conseguia parar de pensar na família de sabiás. Será que eles haviam encontrado um lugar para se abrigar? Começou a ficar arrependida... Passou uma noite péssima, sem conseguir dormir, pensando nos filhotinhos molhados, com frio e poderiam até adoecer. Desejou que o tempo voltasse, mas agora era tarde, um enorme peso tomou conta de seu coração.
Dias e dias se passaram, dona aranha havia perdido a alegria, já não tecia sua teia como antes, o coração sempre apertado, lembrando da família de sabiás, imaginando o que poderia ter acontecido... Seu egoísmo poderia ter causado um grande mal àquela família. Sofria só de imaginar...
Uma noite, a coruja foi fazer uma visita, pois estava preocupada com a amiga, que andava triste, pelo tronco, sem vontade para nada. Ao saber que a aranha sentia muita culpa por ter agido de forma errada, informou que a solução era o perdão. A aranha surpresa, disse:
- Mas eu nem ao menos sei onde eles estão, como poderei pedir que me perdoem?
- Não, - disse a coruja – estou falando do auto perdão, que é você perdoar a si mesma, enquanto você não se perdoar, essa culpa vai ficar pesando em seu coração. Você já se arrependeu do que fez, aprendeu com o seu erro, agora falta se perdoar, só assim conseguirá se sentir melhor.
A aranha passou aquela noite pensando em tudo que a amiga coruja falou, fez uma linda prece e se perdoou. No dia seguinte, acordou se sentindo bem melhor.

Minha amiga Simone Catalão usou esse cenário para contar a história, veja como ficou lindo!



E fizemos aranhas com lã como atividade.




quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Amigo Oculto de Cartão - Encerramento

Eu tirei Maria Fernanda

Maria Fernanda me tirou

Carolina tirou Giovanna

João Vitor tirou Carolina

Cíntia tirou João Vitor

Giovanna tirou Cíntia

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Atividade O Caracol

Levar as figuras da música para que pintem, depois montar um painel com música em forma de história utilizando as figuras que eles coloriram.


















Colocamos a música para tocar, os evangelizandos cantaram e segurando os personagens, representaram a música.

Outra ideia, que foi usada pela companheira Deise Nunes, foi colar as figuras em uma luva feita de TNT (usando o contorno das mãos e colando as bordas) para que cantem e representem a música. 

Também usamos massinha de modelar para confeccionar os personagens da música. Cada um fez o personagem que achou mais fácil fazer e o que mais gostou.





O Caracol - personagens

Cada bichinho usado para contar a música, foi feito com material que seria descartado, mas que foram transformados em recurso didático.


O corpo do caracol foi feito com pedaços de espuma e a concha com retalhos de feltro.





A joaninha foi feita com um pote de fita isolante, sobras de EVA e a cabeça foi feita com um fuxico cheio de plumante e retalho de feltro preto.
  



O grilo foi feito com rolo de papel toalha, as patas traseiras com um arame que antes era o caule de uma flor, as patas dianteiras com cabos de pimentas artificiais e as antenas com um pedaço de fio verde.




A cigarra foi feita com rolo de papel higiênico, bolinha de isopor, retalhos de EVA e um pedaço de acetato listrado para as asas. Usei miçangas e pistilo para dar um toque especial. 





O vagalume foi feito com um rolo de papel higiênico, uma tampa de desodorante, palitos de sorvete para as patas, retalhos de feltro e tule. Dentro do corpo, coloquei uma lanterna e deixei o botão exposto nas costas dele, assim pude acender e apagar e fez o maior sucesso. As antenas foram feitas com pistilo.






A formiga foi feita com bolas de isopor de tamanos diferente, encapadas com retalhos de tecido e palitos de churrasco. O detalhe da cabeça é uma sépala que usei para fixar a antena feita com um pedaço de naylon preto.