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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Educação com diálogo – Um caminho para paz - 2º Ciclo

A Verônica Carvalhal elaborou essa aula com o objetivo de despertar a consciência dos evangelizandos para a necessidade da paz mundial, trabalhando ações de paz dentro dos contextos da vida, destacando a importância da cooperação e do amor ao próximo. Também para destacar a importância da convivência solidaria na família, na escola, na casa espírita para a construção da paz e fazer com que percebessem que a paz nos ambientes e no mundo depende de cada indivíduo, da qualidade dos pensamentos e das ações que cada um de nós desempenha.

Iniciou a aula com uma dinâmica, na qual usou uma barra de chocolate preto, uma barra de chocolate branco, dois potes escuros e com tampa e faixas para vendar os olhos.

Após vendar os olhos dos evangelizandos,  ofertou a cada um deles o chocolate branco e depois o chocolate preto, depois que todos degustarem perguntou se eles conseguiram identificar qual  era  o branco e qual era o preto. Questionou se poderiam identificar qual era maior e qual era o menor. Mostrando que as pessoas são como o chocolate, devemos amá-las e respeitá-las não pela sua aparência , ou forma física, mas sim pelo que elas são, pelo que sentimos ao estar ao lado delas, pela sua alegria, etcDevemos nos permitir conhecê-las antes de formular qualquer julgamento e que somos todos iguais aos olhos de Deus.

Continuou perguntando: Qual o significado das palavras preconceito, discriminação e intolerância?

Preconceito - qualquer opinião ou sentimento concebido sem exame crítico.
Sentimento hostil, assumido em conseqüência da generalização apressada de uma experiência pessoal ou imposta pelo meio; intolerância contra um grupo religioso, nacional ou racial.

Discriminação - significa distinguir ou diferenciar. No entanto, o sentido mais comum desta palavra aborda a discriminação como fenômeno sociológico.
A discriminação acontece quando há uma atitude adversa perante uma característica específica e diferente. Uma pessoa pode ser discriminada por causa da sua raça, do seu gênero, orientação sexual, nacionalidade, religião, situação social, etc.

Intolerância - é uma atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar diferenças em crenças e opiniões. Ou seja, as pessoas não respeitam as diferenças ou as opiniões dos outros.

Abordou os principais conflitos de relacionamentos na escola, no play, em casa, na rua onde mora, etc.

Levantou as formas de preconceitos que podem ser verificadas no dia-a-dia e na comunidade na qual vivemos. Qual a influência do preconceito/ discriminação/intolerância no mundo.

Questionou se é preferível praticar ou sofrer preconceito/discriminação/intolerância? De que maneira conseguiremos  acabar com este tipo de violência?

O que é ser um "homem de bem" (O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. 17).

Lembrou que todos somos filhos de Deus e que Ele ama igualmente a todos; que não devemos julgar as pessoas pela sua profissão ou pelas suas posses terrenas; que todos somos iguais possuímos um espírito imortal e estamos evoluindo; que o importante é termos amor no coração, respeitar as pessoas e fazer o bem. 

Explicou que, também, conforme a Doutrina dos Espíritos nos elucida, por que motivo há diferentes religiões no mundo, diferenças econômicas, bem como por que algumas pessoas possuem deficiências físicas ou mentais, em uma linguagem simples.

Dividiu a turma em dois grupos, o primeiro elaborou e expôs uma situação contendo preconceito/discriminação/intolerância. E o segundo propôs uma forma de resolver o conflito de forma pacifica, através do diálogo.

Depois, utilizando folhas coloridas, confeccionaram o Tsuru (sugestão de vídeo com passo a passo), pássaro que na cultura asiática representa a paz.



Dialogar para ser feliz

Essa também foi uma atividade da aula Educação com diálogo, um caminho para paz!

Prendemos balões de conversa nos dedinhos com durex e desenhamos uma carinha feliz.


Imagem para nos dar uma ideia
Usamos esses  para imprimir.



Como a atividade ficou depois de pronta.




Dialogando me mantenho feliz, tranquilo e contribuo para paz!

Essa atividade fez parte da aula Educação com diálogo, um caminho para paz! 

Montamos um painel na parede com cartolina. 

Os evangelizados, através do diálogo, decidiram e chegaram a um acordo para a conclusão do trabalho de montar uma paisagem em conjunto. 

A primeira tarefa era escolher qual seria o tema da paisagem:
- Universo
- Jardim
- Fundo do mar




Esse foi um momento difícil, pois não houve um consenso, pedimos para que os evangelizandos apresentassem o seu motivo de querer tanto determinada paisagem. Fomos orientando, explicamos se alguns não cedessem não poderíamos concluir a tarefa, demoramos muito tempo, mas no final a maioria escolheu Jardim e os que haviam escolhido Fundo do Mar aceitaram numa boa.

A segunda tarefa foi escolher qual material  seria usado
- Lápis de cor e de cera
- Canetinhas
- Recortes de revista e colagem com materiais diversos

OBS: No caso da escolha de lápis de cor e de cera ou de canetinha, cada evangelizando deveria escolher uma cor que não poderia ser repetida, estimulando o diálogo no momento da troca.




Essa foi bem fácil, todos optaram pelo uso de recortes e colagem. Disponibilizamos apenas algumas tesoura para estimular o diálogo, o saber esperar sua vez. Como tiveram dificuldade em achar flores, resolvemos disponibilizar também algumas figuras de flores para colorirem, pois queriam um Jardim bem florido.







Educação com diálogo, um caminho para paz! - Jardim

O DIJ, do Centro Espírita Miguel, esse ano está trabalhando com "Temas de Convergência", são temas que todos os setores da nossa casa trabalham no mesmo dia. Esse sábado (18/02/17) trabalhamos o tema "Educação com diálogo, um caminho para paz!". Todo o DIJ (bebês, maternal, jardim, 1º ciclo,, 2º ciclo, 3º ciclo, mocidade, família) e também o ESDE e o EADE.

A aula do Jardim foi elaborada pela Cíntia Machado, que precisou se ausentar, por isso foi aplicada pela Carolina Higino.

Iniciamos com a pergunta "O que é diálogo?", foi muito interessante porque eles relataram que nunca tinham ouvido essa palavra "DIÁLOGO", tiveram muita dificuldade até para pronunciar. Explicamos que o diálogo é uma conversa entre duas ou mais pessoas. É quando falamos e ouvimos o outro.


Mostramos a imagem



Questionamos "Qual das duas cenas representa um diálogo?"



Foram unânimes em afirmar que a segunda imagem, pois na primeiro o menino tapou os ouvidos.

Continuamos incentivando a compreensão com perguntas: "Em qual delas as pessoas envolvidas parecem estar mais tranquilas?" Ouvimos as respostas, na segunda.

"Em que situações devemos usar o diálogo?"
Ouvimos e reforçamos, em casa com o papai e a mamãe ou qualquer outra pessoa da família. Em vez de fazer pirraça, gritar e ficar nervoso, se deve conversar tranquilamente, expor como se sente, narrar as situações e estar aberto a ouvir entendendo as explicações de quem só quer o nosso bem.

Na evangelização, quando um amigo faz algo que você não gosta ou com as evangelizadoras quando se quer algo.

Na escola com a professora pedindo uma explicação e com os amigos nas brincadeiras.

Na rua, nas festas com os amigos ...etc.

"E gritar? Será que gritar significa diálogo?" Não!!! foi a resposta.

"O que é diálogo mesmo?" (Quando ambos falam e também escutam)

"Será que quando eu fico nervoso, com raiva, em tom alto, as pessoas me entendem?"

"E como eu me sinto quando gritam comigo? Tranqüilo ou nervoso?" 



Ah, então se gritar não é bom, eu vou ficar calado toda vez que mamãe chamar a minha atenção por alguma coisa...

Será que ficar mudo, calado, é um diálogo?

O que é diálogo mesmo? (Uma conversa, todos ouvindo e falando com tranqüilidade).

Por que dialogar é melhor?

Então percebemos em todas as situações é muito melhor dialogar do que gritar ou simplesmente não dizer o que sente. Dialogando temos a oportunidade de chegarmos a um acordo que fique bom pra todo mundo.

Exemplo: Dialogando entrei em acordo com o papai que vou jogar vídeo game 1 hora por dia. Não vou jogar por mais tempo como eu gostaria, mas vai sobrar tempo para o dever de casa. Conseguiria isso se eu gritasse? Não! Conversando fiz o papai entender que 1 h por dia não vai atrapalhar as minhas tarefas e entendi também que jogar o dia todo só iria atrapalhar meus estudos e a relação com a minha família.

Mantivemos um diálogo muito bom com nossos evangelizandos e observamos que todos compreenderam a importância de resolver nossos conflitos usando uma boa conversa!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Regras de Conduta na Escola e na Evangelização

Como atividade da aula Convívio Familiar e Social, montamos um cartaz com regras de conduta na escola e na Evangelização. 

Disponibilizamos as figuras.




E nosso cartaz ficou assim:



Vamos Arrumar a Casa?

Essa foi uma das atividades propostas para a aula Convívio Familiar e Social. 

Explicamos que todos nós podemos e devemos contribuir com a harmonia dos ambientes que frequentamos, com a organização.

Quando convivemos com outras pessoas, temos a oportunidade de praticar o ensinamento de Jesus: Amar e fazer ao próximo o que gostamos que nos façam. Assim vamos vencendo nossas dificuldades e progredindo cada vez mais, fazendo o bem sempre.

Em uma cartolina desenhar o interior de uma casa com objetos fora do lugar. 



Pedimos que um evangelizando por vez marcasse um X vermelho em um dos objetos fora do lugar e o desenhasse no local correto. Trabalhamos um cômodo de cada vez.

Riscou a almofada que estava no chão

desenhou a almofada no lugar dela, o sofá
 
Riscou o carrinho que estava no chão da sala

desenhou o carrinho no quarto

E no final, tudo estava no lugar e a casa ficou arrumada

Convívio Familiar e Social

Com o objetivo de levar os evangelizandos a compreenderem que Deus criou o espírito para progredir, e sozinho ele não consegue, por isso precisa do convívio familiar e social para se melhorar e vencer suas próprias dificuldades, a Cíntia aplicou essa aula. 

PRIMEIRO MOMENTO – MONTAR A FAMÍLIA

Apresentamos uma casinha.



Perguntamos quem mora dentro dela? Dissemos que a família é o nosso primeiro núcleo social, nossa primeira escola e por isso ela é exatamente do jeito que precisamos para progredir. Na nossa família aprendemos muitas coisas e temos a oportunidade de praticar ações que nos ajudam a progredir, como cooperar para manter o ambiente organizado e ajudar na harmonia do nosso lar.
Pedimos para que cada evangelizando pintasse um boneco representando um membro da família (Pai, mãe, irmão,irmã, bebê, animais de estimação). 

Depois colamos os membros da família com fita adesiva na casinha.








SEGUNDO MOMENTO – MONTAR UM BAIRRO

Explicamos que a nossa família faz parte de um núcleo social maior, a sociedade, que é formada por todas as famílias e por outros núcleos menores: escolas, templos religiosos, empresas, etc.

Entregamos aos evangelizandos as peças  e pedimos para que cada dupla ficasse responsável por uma das construções que compõe o bairro. 

Esse jogo é excelente, foi uma doação que a turma do jardim recebeu

Açougue

Escola

Teatro

Hospital

Colocamos essas construções em volta da casa com a família, e também o CEM (Centro Espírita Miguel). 



Movemos um boneco de cada vez até as construções, mostrando a importância da sociedade em nossas vidas, questionando o que cada núcleo, representado por uma construção, pode acrescentar de positivo em nossas vidas. 

Escola – ler, escrever, nos comunicarmos, fazer contas que auxilia no comércio; 
Hospital - cuidados com a saúde do corpo físico; 
Açougue - alimentação do corpo físico; 
Teatro - cultura, diversão)






Por último, pegamos a família toda e levamos ao CEM, mostrando a importância de cuidarmos da saúde do nosso espírito, pois na casa espírita recebemos o alimento espiritual e também os bons fluidos que ajudam a manter nosso espírito saudável. Colocamos os membros da família colados em lugares diferentes, mostrando que os pais estudam no setor da família enquanto os filhos são evangelizados, cada um em sua salinha: o bebê foi para a evangelização de bebês, as gêmeas foram para o Jardim e o irmão para o 1º Ciclo.




segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Dinâmica - Passando Amor

Encontrei em um blog essa adaptação da brincadeira de passar o anel, adorei!

No lugar do anel, passamos um coração com a imagem de Jesus.

Fizemos o coração com TNT, colocamos um pouco de algodão para ficar fofinho e colamos a figura de Jesus dos dois lados do coração.

Mostramos o coração com Jesus, lembramos que Jesus é o nosso melhor amigo, que Ele veio nos ensinar o amor, e a amizade é também uma forma de amor. Que na escola de evangelização nos aprendemos os ensinamentos de Jesus, e Ele espera que cada um de nós passe esses ensinamentos a diante através dos nossos exemplos de amor e de amizade. Pedimos aos evangelizandos para sentarem lado a lado formando um círculo, com as mãos fechadas (como para rezar) no colo. Explicamos que o coração seria passado, mostramos como a brincadeira funcionava, fingindo que colocava o coração na mão de cada um dos evangelizandos, mas que na verdade, só seria colocado na mão de um deles, e quem recebesse o coração deverá ficar bem quietinho, pois os outros teriam que adivinhar com quem estava o coração, por isso todos deveriam permanecer com as mãos fechadas o tempo todo. 

Iniciamos a brincadeira, quando acabamos de passar, abrimos as mãos mostrando que já não estávamos mais com o coração nas nossas mãos. Escolhemos um evangelizando e perguntamos “Quem está com Jesus no coração?” Quem acertou, passou o coração na vez seguinte. Eles adoraram!

O legal é que essa dinâmica pode ser usada em várias aulas!

Dinâmica do Grande Abraço

Questionamos se os evangelizandos sabiam que uma das formas de demonstrar  nossa amizade é o abraço. 

Explicamos que no dicionário ABRAÇO significa demonstração de carinho, de amizade, de acolhimento, de ligação, de união; e ABRAÇAR significa apertar com os braços, entrelaçar-se, ligar-se, unindo-se.

Que o abraço é saudável, ele ajuda o nosso corpo a se defender das doenças, acaba com a tristeza dos outros e com a nossa, nos acalma quando estamos nervosos e nos ajuda a dormir.

Ele fortalece, nos faz nos sentirmos mais jovens e não faz mal algum, pelo contrário, o abraço é um santo remédio, e é absolutamente natural, não polui.

O abraço é o presente ideal, excelente para qualquer ocasião, bom para dar e para receber, demonstra seu carinho, vem em embalagem própria, ele é praticamente perfeito, pois dispensa pilhas e é de graça, não custa nada para quem dá e nem para quem recebe.




Formamos uma roda e ao som da música “Como é bom amar” (tiramos o audio do vídeo Amizade na Escola), pedimos que todos se abraçassem, formando uma roda com todos abraçados.

Letra da Música

Como é bom amar, abraçar, abraçar
E dizer aos coleguinhas, olá, olá
Como é bom amar, abraçar, abraçar
E dizer aos coleguinhas, olá, olá

Apertar as mãozinhas
E dizer com o coração
Deus nos fez bons amigos
Formando a união

Boas Vindas: Tema Amizade - Emprestando o Lápis

Essa dinâmica teve como objetivo fazer os evangelizandos perceberem a importância de partilharem os materiais disponíveis para uso coletivo, sem briga. 

A turma estava animada para a primeira aula do ano.

Pedimos a cada evangelizando que escolhesse um único lápis de cor entre os que disponibilizamos. Entregamos o desenho de uma flor para colorirem. 



Explicamos que deveriam usar apenas o lápis de cor que escolheram para colorir o desenho. Quando terminaram, entregamos outro desenho exatamente igual ao primeiro, mas agora explicamos que poderiam pegar emprestado o lápis do amigo para colorir, cada um deveria emprestar o lápis que escolheu ao amigo que pedisse e também poderia pegar emprestado o lápis que estava com o amigo para colorir seu desenho. Foi muito legal porque as evangelizadoras não precisaram ajudar nessa negociação, pois quando o amigo pedia o lápis emprestado, imediatamente o outro trocava o lápis que estava usando pelo o lápis de quem pediu.




Quando terminaram, pedi que observassem o primeiro desenho, eles perceberam que o desenho ficou com uma cor uniforme. Depois pedi que observassem o segundo desenho, que ficou bem colorido. Chegamos a conclusão que o primeiro desenho ficou um tanto sem graça, e o segundo ficou bem mais alegre. Explicamos que quando nos unimos e compartilhamos o que temos com os outros, nossa vida fica mais alegre, mais colorida. Perguntamos se era mais divertido quando brincavam sozinhos ou quando tinham um amigo para brincar com eles. Aproveitamos o gancho para manter um diálogo com os evangelizandos, lembramos que na evangelização somos todos amigos, por isso devemos sempre compartilhar o que temos, para que possamos ter uma ótima convivência.

Fizemos questionamentos: “Por falar em amigo, vocês sabem me dizer o que é amizade? O que vocês entendem quando ouvem a palavra amizade?” Ouvimos as respostas e incentivamos com outras perguntas: "Quem aqui tem  amigos?", "Qual o nome do seu melhor amigo?", "O que você e seu amigo costumam fazer juntos?", "Alguém tem um amigo que demora muito tempo para encontrar?" (nessa eles lembraram de amigos do colégio, que ficam sem ver durante as férias escolares), "Como vocês se sentem quando encontram esse amigo depois de tanto tempo?"


Explicamos que todos nós precisamos do contato com outras pessoas, para compartilhar, trocar ou dividir nossos sentimentos e sonhos. Essa troca nos leva ao nosso crescimento, à nossa evolução. Uma boa amizade faz com que a gente se sinta acolhido, amado, compreendido. É muito bom ter alguém para compartilhar nossas alegrias, para ouvir nossas aventuras, para nos ajudar e nos incentivar sempre que precisarmos.  

Boas Vindas - Apresentação

Sábado (04/02/17) reiniciamos nossas atividades na EEVP. E a aula inicial teve como objetivo promover a integração entre os evangelizandos novos que chegaram, com os evangelizandos que já faziam parte da turma em 2016, e também com as evangelizadoras. Utilizamos dinâmicas divertidas para acolher o evangelizando e motivá-lo a retornar todos os sábados. 



Usamos duas dinâmicas para apresentação. Primeiro cada um se apresentou, dizendo o seu nome.


APRESENTAÇÃO – QUEM SOU EU E QUEM É VOCÊ?
Com todos sentados em círculo, explicamos que faríamos a nossa  apresentação e que todos deveriam também se apresentar. Eu comecei dizendo “Eu sou a Carla, quem é você?”, apontando para o evangelizando sentado à minha esquerda. O evangelizando se apresentou dizendo seu nome e perguntando ao evangelizando sentado à sua esquerda “Quem é você?”. Fizemos assim até que todos se apresentassem.

Depois, para fixar o nomes dos amigos, fizemos a segunda dinâmica.

JÁ SEI TODOS OS NOMES
Explicamos que tinha chegado a hora de verificar se todos conseguiam lembrar o nome dos amigos. A brincadeira foi feita da seguinte forma: eu falei o meu nome, o evangelizando sentado à minha direita, falou o meu nome e o seu próprio nome, os seguintes tiveram que falar os nomes que já haviam sido falados e acrescentar o seu próprio nome, assim por diante. Mesmo com um número pequeno de pessoas (cinco evangelizandos e três evangelizadoras), alguns evangelizandos tiveram dificuldades em lembrar alguns nomes, mas nós ajudamos e todos conseguiram.