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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Passo a passo caixa do Encontro da Famíla

Segue o passo a passo da confecção da caixa que demos de brinde no nosso V Encontro da Família DIJ/CEM.

Usamos caixas de leite longa vida retangulares, papel pardo e cola de silicone ou de isopor, pois a cola branca mancha o papel.

Após lavar bem a caixa cortar um dos lados mais largos.



As caixas que têm lacre, cortar a sobra do lacre bem rente a caixa, mantendo o mesmo para que não fique um buraco no lugar.



Cortar tiras de papel pardo 15 cm x 55 cm.



Colar a tira em uma das laterais da caixa, deixando um pedaço maior do papel para o fundo da caixa.




Observando que nas caixas com o lacre, a parte do papel que sobrou deve ser suficiente para cobrir o lacre quando for fazer o acabamento.




Envolver toda a lateral da caixa com o papel, na extremidade onde o papel se encontrar, cortar o excesso, dobrando um pedaço para finalizar com um acabamento bem rente a extremidade inicial.






Cortar o papel nos vértices da caixa para fazer o acabamento para dentro e no fundo da caixa.





Fazer o acabamento dobrando a sobra do papel para dentro da caixa e no fundo, cobrindo todo o fundo da caixa.








Depois foi só finalizar colando o adesivo, que a Cíntia Machado mandou confeccionar e doou para o nosso encontro.


Coreografia da música "Te Ofereço Paz"

Essa é a coreografia da dança circular que ensaiamos com nossos evangelizandos para o V Encontro da Família DIJ/CEM. 


Letra

Movimento
Te ofereço Paz 
Mãos postadas para frente, com as palmas viradas para o centro da roda e se movimentando dirigindo-se aos participantes.

Te ofereço Amor
Mãos na altura do coração, os braços se abrem ao lado reverenciando o grupo.

Te ofereço Amizade
Mãos dadas

Ouço suas necessidades
Mãos atrás das orelhas

Vejo sua beleza
Mãos embaixo dos olhos

Sinto seus sentimentos
Mãos na altura do coração

Minha sabedoria flui
Braço direito sobe

De uma fonte superior
Braço esquerdo sobe

E reconheço essa fonte em ti
Os braços descem

Trabalhemos juntos
Mãos dadas

Trabalhemos juntos
Mãos dadas para cima, balançando no ritmo da música

Teatro de Sombras - "Mãos"

A Nilza Souza se baseou no vídeo www.youtube.com/watch?v=2AxKDNh9jxI  para montar a nossa sensibilização.

Entrar e se movimentar aleatoriamente.

Mãos que apontam as falhas do outro, → Meio de lado, um apontar para o outro.

São traves nos olhos de quem não se vê. → Cobrir os olhos com o braço direito.

Abertas são tapas na cara da vida, → Em duplas, simular tapas na cara um do outro.

Fechadas são punhos buscando o poder. → Mão fechada e punho erguido.

Lançam as pedras condenam e castigam → Um se afasta e faz gestos de quem está recebendo pedradas. Os outros simular pegar uma pedra e atirar no que se afastou; cruzar os punhos no alto.

Mas, na própria vida, há uma contradição. → Ficar um ao lado do outro de braços dados e em sentido alternado (frente e costa) e se curvar para a frente.

Mãos que lavadas diante do povo → Estender as mãos para cima e fazer gesto de quem está lavando.

Demonstram de novo uma velha omissão. → Andar em círculo com as mãos para trás.

Minhas mãos estão marcadas → Estender as mãos para cima e olhar para elas.

Do que está cheio o meu coração. → Fazer o símbolo do coração e trazer até o peito do lado esquerdo.


Fazer um círculo em movimento com as mãos espalmadas.

Que das cinzas de todo desamor renasça a paz! → Um fica ajoelhado na frente, de cabeça baixa. Os outros ficam lado a lado no fundo, braço esquerdo na cintura e mão direita balança uma fita. 

Que eu consiga enxergar o amor em mim e levá-lo aos demais! → Ainda balançando a fita, fazer uma roda em movimento, voltados para fora.

E mostrar que apesar de toda dor... → Todos levantam a pessoa que está ajoelhada.

Há mãos que partilham o pão e o vinho → 2 filas, virados para a esquerda e simular que está partindo o pão.

São as mesmas mãos que nos lavam os pés. → Virar para direita e se curvar, fazendo uma reverência apontando para os pés.

Mãos que nos chamam pra andar sobre as águas → 2 grupos, cada grupo em uma extremidade do palco. Em cada grupo: um fica curvado e os outros caminham na ponta dos pés, com os braços abertos e as mãos fazendo um movimento para baixo e para cima. 

E sempre nos erguem se há pouca fé. → Em cada grupo, todos voltam para amparar o curvado.

Mãos que amparam o samaritano → O curvado seguro pelos outros, cambaleia.

São mãos que irmanam quem o mundo abandonou. → Braços estendidos e mãos fazendo sinal de quem chama.

Mãos que semeiam do alto do monte. → Um em destaque, braços estendidos para cima e os outros olhando a distância.

São fonte de fé, de esperança e de amor. → O destaque faz movimento com os braços para cima e para baixo e os outros repetem.

Minhas mãos estão marcadas → Estender as mãos para cima e olhar para elas.

Do que está cheio o meu coração. → Fazer o símbolo do coração e  trazer até o peito do lado esquerdo.

Cada mão está marcada → 2 filas, de lado, estender os braços para frente.

Do que está cheio o seu coração. → Levar as mãos ao peito, abaixar a cabeça.

O vídeo com o teatro de sombra pode ser visto na nossa página no Facebook.

V Encontro da Família - Caridade em Família

Sábado (24/06/17) foi realizado o V Encontro da Família do DIJ da nossa casa, o Centro Espírita Miguel. O tema do encontro foi "Caridade em Família."

A companheira Cristiane Pedrosa criou essa logo lindíssima para o nosso encontro!






Com o objetivo de oferecer ferramentas para a construção do aprendizado da caridade em família com Jesus e fazer com que o maior número de pessoas compreendesse o valor da família como alicerce para uma vida melhor a partir dos ensinamentos de Jesus, o encontro procurou oferecer às famílias presentes a oportunidade de aprofundar a convivência com Jesus.

Após a chegada das famílias, que foram recepcionadas com muito carinho pela companheiras Graça Borges, Simone Catalão e Verônica Carvalhal, tivemos um momento de ambientação no salão principal que foi muito animado, trabalhadores e famílias cantando as músicas que usamos em nossas salas.

A Dirigente do DIJ, Miriam Baptista deu às boas vindas a todos e a Cristiane Pedrosa leu a página de abertura do encontro "Famílias Felizes". Após a prece inicial, tivemos uma sensibilização belíssima feita pelas companheiras Angela Gil Puga, Claudia Costa, Michelle Correa, Nilza Souza e Valeria Senna dos Anjos, um teatro de sombras da música "Mãos" do Allan Filho, que vocês podem ver na página do blog no Facebook.


As famílias foram então direcionadas para as salas. 


Usamos o critério de idade do menor membro da família para a separação dos grupos, por exemplo, toda a família dos bebês ficou junta na sala dos bebês com as evangelizadoras do Berçário, independente de terem irmãos em outros ciclos, e assim fomos separando; Maternal que não tinha irmão no Berçário com sua família na sala com seus evangelizadores; Jardim que não tinha irmão no Berçário nem no Maternal com sua família na sala com seus evangelizadores; etc. até a Mocidade e os adultos, que estavam sem crianças, ficaram com o evangelizador do Setor da Família.


Tivemos uma hora (60 minutos) para trabalhar com as famílias em sala. 


PRIMEIRO MOMENTO: (05 minutos)

Fizemos uma breve apresentação das pessoas presentes e depois fornecemos folhas de papel A4 e canetas hidrográficas para que contornassem suas mãos, identificando no contorno o nome do membro da família e na folha o sobrenome da família.





SEGUNDO MOMENTO: (05 minutos)

A história "As mãos não são para bater" foi adaptada e em cada grupo foi contada da forma adequada para o ciclo. Focamos na abordagem de que as mãos não nos foram dadas para machucar ou magoar os outros ou a nós mesmos, mas sim para abraçar, acarinhar, tocar músicas, escrever cartas e e-mails e livros contendo palavras boas, levantar o próximo, fazer comida, arrumar nossas coisas e todas as outras coisas boas e úteis que a história nos lembra. 

TERCEIRO MOMENTO: (30 minutos)

Flock família. Cada turma disponibilizou diversos materiais: papel (branco e colorido), cola, tesoura, lápis de cor, revistas e livros (da nossa biblioteca). miçangas, papel de bala, etc.

Explicamos que cada um de nós tem algo a ensinar e a aprender com o outro, assim os pais deveriam escolher algo para, em conjunto, ensinar aos filhos e/ou os filhos deveriam escolher algo, para em conjunto, ensinar aos pais (ensinar a cantar uma música, contar uma história, fazer dobraduras, etc.). O grupo dos adultos (ESDE, EADE e Setor da Família) trocaram entre eles. Esse foi um momento muito legal, as famílias realizando uma atividade em conjunto!










QUARTO MOMENTO (05 minutos)

Exposição dos Sentimentos - Quem quis pode expor para as outras famílias, de forma breve, seus sentimentos ao realizar o Flock família.

QUINTO MOMENTO  (15 minutos)

O fechamento do trabalho foi um link da atividade Flock família com o tema do encontro "Caridade em Família", foi nesse momento que trouxemos Jesus para o nosso estudo, usando seus exemplos de amor e caridade, a forma como sempre utilizou suas mãos para fazer o bem aos outros.

Antes de retornar para o salão, cada família recebeu de "brinde", uma caixa, fizemos uma proposta para que em casa, pelo menos uma hora por dia, todos deixem seus celulares na caixa e utilizem esse momento para uma atividade em família, no prática da caridade, todos reunidos. Nesse momento, todos  os celulares devem ficar guardados na caixa, pois o momento de estar com o outro é um estímulo ao olhar, ao falar, ao observar.




As caixas foram confeccionadas pelas evangelizadoras. 
Usamos caixas retangulares de leite encapadas com papel pardo e decoradas com uma etiqueta com a logo do encontro e as frases: "Desconectar para conectar-se. A HORA DA FAMÍLIA".  

Foi feito o deslocamento das famílias de volta para o salão, nesse retorno passaram por um corredor com um TNT azul preso na parede e as mãos contornadas no início da atividade estavam fixadas no TNT.

O salão estava prepara sem cadeiras, mas tivemos o cuidado de deixar algumas para os idosos e pessoas necessidades especiais. 


Fizemos duas rodas, a externa com os adultos e interna com os evangelizandos, frente a frente com suas famílias. Os evangelizandos foram convidados a ensinarem para os seus responsáveis os gestos da música “Te ofereço paz”, que foi ensaiada com eles nos sábados anteriores. Fizemos um breve ensaio, momento em que os evangelizandos cantaram e mostraram os gestos para sua família, depois colocamos a música para que todos “dançassem” juntos, uma dança circular.

Finalizamos nosso encontro com os avisos e a prece final.

Foi uma tarde maravilhosa em família!


terça-feira, 27 de junho de 2017

Famílias Felizes

Esse texto é do Momento Espírita, e foi usado com página de abertura do V Encontro da Família do DIJ/CEM.


Elas existem. Não são exceção. Ao contrário, mais e mais proliferam nesta Terra bendita de todos nós.

São famílias de pessoas felizes que fazem a outros felizes. As pessoas que as compõem se reencontram na Terra, pelos laços do afeto e do bem querer.

Amam-se: pais, irmãos. E os que vêm de fora, para alargar esse Universo familiar, genros, noras, são da mesma nobre estirpe.

Não são pessoas incólumes ao sofrimento. Não. Pelo contrário, nelas registramos pesadas cargas expiatórias.

Em algumas dessas famílias, é um filho que nasce como esperança de muitas alegrias para logo mais demonstrar a enfermidade de que é portador, envolvendo todo o conjunto familiar em redobradas preocupações.

Em outras, é o filho que nasce portador de alguma deficiência, necessitando de especiais cuidados. E todos se reúnem para isso lhe proporcionar.

Famílias assim superam tragédias que as atingem, em forma de morte súbita de um ente querido, ou reveses de qualquer outra ordem.

Sustentam-se mutuamente pela força do amor e transmitem energias uns aos outros pela proposta de afetividade que registram.

Nessas famílias cultua-se a ciência ou a religiosidade ou a arte ou tudo como um conjunto.

São famílias nas quais os membros tendem para as carreiras de um mesmo ramo ou ramos diferentes, mas em que todos estudam e alcançam títulos universitários, de graduação, demonstrando seu grande potencial intelectivo.

Elas se envolvem com a arte e cada membro apresenta uma qualidade específica na execução de instrumentos musicais, no canto, na composição, na arte dramática.

Por vezes, parecem compor uma fenomenal orquestra, pois que cada um tem uma especial habilidade.

E, quando à ciência, ou à arte, reúnem a religiosidade, transformam as comunidades onde se demoram. Atuam em benefício da dor que se espalha, erguendo instituições de amparo aos sofredores.

Esmeram-se na ilustração das mentes alheias, erigindo escolas, oferecendo-se em voluntariado.

O dinheiro que circula em suas mãos, simplesmente circula, direcionado para o bem geral. E parece que quanto mais oferecem, tanto mais lhes chega às mãos.

Famílias felizes. Vivem a alegria do reencontro dos amores de muitas vidas.

Vivem a união de ideais e de beleza. Chegam a causar, por vezes, uma certa inveja por neles se descobrir tantas bênçãos, tantas alegrias.

Contudo, quem preste atenção, verificará que, em meio às marcas abençoadas dos sorrisos, as faces também registram a chibata da dor, em vincos dolorosos.

São felizes por terem aprendido que na Terra tudo é transitório e que cada minuto deve ser vivido em plenitude.

São felizes, acima de tudo, por terem descoberto que a Divindade que lhes permitiu o renascer, abençoados pelos amores próximos e pelas venturas da beleza, de talentos variados e de bens da Terra, lhes exige apenas que façam felizes a outros que cruzam seus caminhos.

Famílias felizes. Famílias que amam e estendem seu amor para além das fronteiras do próprio lar, da própria cidade.

Desde cedo, aprenderam que todos, afinal, somos cidadãos do mundo e herdeiros do Universo.

Por isso, não retêm riquezas em seus cofres. Somente multiplicam pérolas de luz em seus corações.


Redação do Momento Espírita.

As mão não são para bater - adaptada

Usamos uma adaptação da história "as mãos não são para bater" no V Encontro da Família DIJ/CEM. 

Cada ciclo utilizou um recurso diferente, adequado ao seu grupo, para contar a história. 

Para contar a história para os pequenos Maternal (3/4 anos) e Jardim (5/6 anos), usamos essas figuras, mesclando páginas e imagens do próprio livro com outras imagens que retratavam melhor o trecho adaptado. 

Encontramos o livro na íntegra em vários sites da internet, quem quiser conhecer a história original, basta procurar no google.






Nesse momento cumprimentamos os presentes


































Encerramos a história nos despedindo.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

A Luva da Caridade - Combatendo o Egoísmo

Quando analisamos o perfil dos nossos evangelizandos, observamos que os pais destacavam como dificuldade de muitos deles o egoísmo: não dividir, não emprestar, não ceder, bem típico dessa faixa etária. Assim escolhemos outro acessório para trabalhar com eles, a Luva da Caridade.

Explicamos que falaríamos de mais um dos acessórios que nos auxiliam em nossa evolução, a Luva da Caridade. Colocamos a luva na mão direita e lembramos que nossa mão é uma preciosa ferramenta de trabalho e que a Doutrina Espírita nos fala que “Fora da caridade não há salvação”, que devemos usar a luva da caridade em nossas mãos todos os dias, para fazer o bem ao próximo, para garantir que a nossa mão faça tudo sempre com amor. Temos que lembrar, assim que acordarmos, de colocar a luva da caridade na nossa mão.
Questionamos: Como vocês podem usar suas mãos de forma caridosa? Ouvir um a um. Fazer carinho, ajudar o amigo, molhar a plantinha, dar água para o cachorro, etc. 
Questionamos: mas é somente usando nossas mãos que podemos ser caridosos? Não, também podemos ser caridosos quando deixamos nosso egoísmo de lado e passamos a tratar nosso próximo com o amor que gostamos de ser tratados. Falando palavras agradáveis, repartindo o que temos com quem não tem, respeitando as pessoas que convivem conosco, ajudando os outros em suas necessidades, compreendendo, sendo pacientes, esquecendo as ofensas ou não nos ofendendo com as palavras e as atitudes dos outros.
Precisamos exercitar a caridade. Se conseguirmos praticar alguma dessas coisas pelo menos uma vez ao dia, estaremos exercitando a caridade que há em nós.
Qual é o primeiro lugar em que devemos praticar a caridade? É dentro do nosso lar, com os nossos familiares, com pequenos gestos, que precisamos começar. Quem pode dar um exemplo de caridade que praticamos em nosso lar? Ouvimos e nem precisamos acrescentar pois deram como exemplo – usar sempre as palavrinhas mágicas (quais são? Por favor, com licença, obrigado(a), me desculpe), ajudar nas tarefas de casa, respeitar os outros (aqui questionamos, e como podemos respeitar os outros? Incentivamos respeitando os direitos das pessoas que convivem conosco por exemplo: quando alguém que ver um programa na TV, se tiver deitado no sofá sentar para que outro possa sentar também,  aceitar quando o adulto disser não, não brigar com os irmãos e primos, não ficar irritado quando não fizerem o desejamos) foi legal que a medida que fomos conversando, eles foram dando exemplos, contando quando agem de forma caridosa e quando não agem, reconhecendo suas dificuldades.

Propomos então uma atividade, para ver quem já sabia usar a luva a caridade. Mostramos figuras de crianças fazendo coisas boas e ruins.






Perguntamos individualmente se quem usa a luva da caridade praticava ou não aquela ação, pedindo que justificassem. Depois que todos os evangelizandos participaram respondendo, distribuímos as figuras das boas atitudes para que colorissem. 

Cada um recebeu uma luva, eles quiseram colorir também.


A figura colorida foi colada na palma da luva.



Cada evangelizando também recebeu uma luva descartável e colou com fita dupla face um coração com a seguinte frase: “Luva da Caridade. Eu uso.”